Nosso dever também é mostrar que ser acessível não exige grandes investimentos e/ou muito trabalho. Sabe por quê?

Existe a Lei Nº 10.098/2000 explicando a diferença entre ter mobilidade reduzida e de ser portador de alguma deficiência, além de desmitificar vários conceitos e mostrar detalhes de como promover a acessibilidade em diferentes tipos de estabelecimentos.

Ainda de acordo com a lei, todos os lugares devem promover o acesso de qualquer tipo de pessoa e, se ele for muito antigo e/ou ainda não respeitar as necessidades que constam na lei, deve providenciar as melhorias para que comece a ser acessível.

Existe um conceito que define muito bem o que é necessário: desenho universal. Significa criar um espaço com um planejamento que leve em consideração as necessidades humanas de locomoção e sensoriais de todas as pessoas.

Isso pode significar na necessidade de rampas e elevadores, cardápios em braile, pessoas especializadas na linguagem de sinais para o atendimento de quem a utiliza.

Tudo depende do que seu estabelecimento trata e em como fazer com que todas as pessoas consigam usufruir de todos os benefícios dele. Que tal dar o primeiro passo?